Contos da Cripta

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Contos da Cripta

Contos da cripta, como conhecido no Brasil foi um seriado de TV transmitido pela Rede Bandeirantes de 1989 à 1996. Teve um total de 93 episódios totalizando 7 temporadas. A série foi originada de uma série de histórias em quadrinhos (Tales from the Crypt) com muito terror, suspense, magia negra e principalmente humor negro e macabro. Os episódios de 25min dão mais medo que os filmes de mutilação e tortura de hoje em dia e a Risada no final do coveiro se divertindo com a desgraça ou burrice dos personagens da série fazia você gelar.


Contos da cripta fez tanto sucesso que chegou a ter 2 filmes no cinema! As revistas hoje em dia são muito raras de encontrar.
Trazia sempre os comentários sarcásticos e trocadilhos de uma caveira que guarda uma cripta sob uma mansão assombrada em um cemitério. Cabia a ele, o Cryptkeeper (Guardião da Cripta), introduzir o episódio que se veria à seguir a partir de alguma situação em que ele estivesse.
Além da participação de nomes famosos na direção dos episódios e até mesmo atuando em alguns, o Cryptkeeper ainda entrevistava famosos. Whoopi Goldberg é a mais lembrada pelos fãs, porque ela conseguiu colocar medo na famosa caveira. Até mesmo os falecidos Alfred Hitchcock e Humphrey Bogart participaram de um dos episódios, colocando a série como a primeira a usar efeitos de computador para inserir pessoas em uma cena.

 

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Desenhos Espaciais

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Silver Hawks

O espaço sempre facinou a todos, principalmente as crianças, que sempre sonham em ser astronaltas, visitar outros mundos, outras galáxias. Graças aos desenhos animados isto era e ainda é possível, por isto gostaria de lembrar com vocês alguns desses desenhos que tanto nos fizeram viajar.
E para começar, lembro muito de um desenho chamado SilverHawks, que era um equivalente aos ThunderCats do espaço.

 

 

Foram produzidos um total de 65 episódios e foi exibido no Brasil em tv aberta em 1988 no SBT no programa Show Maravilha.
Os SilverHawks Eram Parte metal, parte de carne e osso. Eram guerreiros que sacrificavam seus corpos humanos, modificando-os para suportar as longas jornadas até a Galaxia de Limbo, para onde foram enviados para defender o Universo do Monstro Estelar (uma espécie de Mum-ha) e seu bando intergalático: Lagartão, Serrivel, Minotauro, Terremoto, Molecular, Trapaceiro, Da Pesada e a "Loucura Musical da Melodia".
Assim como foi o caso de ThunderCats, SilverHawks também foi lançado em história em quadrinhos pela então Marvel Comics, logomarca da Star Comics.

Galaxy Rangers foi outro desse estilo de desenho que marcou história. Foi produzido de 1986 à 1989 e foi uma atração revolucionária para as crianças porém, infelizmente teve somente uma temporada com 65 episódios. Contava uma história que se passava no ano de 2086, onde a Liga dos Planetas cria o Bureau de Assuntos Extra-Terrestres (BETA), responsável por manter a paz na galáxia e seus agentes eram conhecidos como Cavaleiros da Galáxia (Galaxy Rangers).
No Brasil foi exibido pela Rede Globo em 1987. O programa, a exemplo de outros desenhos da época, fez bastante sucesso, em parte porque era apresentado em uma das principais atrações da emissora nos anos 80, o  Xou da Xuxa. Anos mais tarde foi reprisado pelo extinto canal pago Locomotion.

Os brasinhas do espaço foi um desenho animado de 1966 que teve 20 episópios, porem foi um grande sucesso. Contava a história de quatro crianças, 3 meninos e 1 menina e de seu cachorro que eram uma espécie de escoteiros espaciais, que viajam numa nave espacial bem pequena. Eles sempre vão atrás de aventuras e são perseguidos pelo vilão Capitão Gancho, que quer roubar um mapa do tesouro que os Brasinhas possuem. O ajudante do Capitão Gancho sempre quer fervê-los em azeite lunar, mas o Capitão fica bravo com ele, dizendo que são apenas crianças. Uma crítica à violência infantil.

Gasparzinho, o fantasma espacial, como ficou conhecido no brasil teve um total de 26 episódios de 15 minutos cada, 13 episódios de 30 minutos e dois especiais para televisão em 1979.
Contava uma história onde o fantasminha camarada patrulhava as galáxias juntamente com os jovens Lerdo, Fundo, as garotas Max, Mini e um outro fantasma chamado Assombroso que assustava os vilões e encrenqueiros.

 

A corrida espacial, muito parecida com “A corrida Maluca”. A série misturava alguns personagens clássicos como: Zé Colméia, Tutubarão, Dom Pixote e Fantasmino; com novos nomes como: Capitão Guapo, Pato Quack e o famigerado Falsão, competindo em uma espécie de enduro "duríssimo" espacial, cujos prêmios eram aparentemente fantásticos, mas sempre se revelavam uma "grande furada" no final.
Foram trocados alguns parceiros típicos como no caso de Zé Colméia que corria ao lado de seu parceiro Arrepio, substituto de Catatau neste desenho; Dom Pixote ficava junto com o Pato Quack; a nave Garimpo era comandada pelo caipira Fantasmino e suas assessoras Rita e Suzana; o astro Tutubarão colaborava com Kojeka; e o vilão Poderoso Falsão e o cachorro sarnento Trambique (inspirado em Dick Vigarista e Mutley) tentavam jogar sujo para ganhar a corrida, mas nada sai como planejado, para isso se disfarçavam do galã Capitão Guapo e do gato angorá esnobe Branquinho.

 

 

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Atchim & Espirro

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Atchim & Espirro

Palhaços sempre fizeram parte da infância de todos nós, porém sempre aparecem aqueles que marcam uma época. Um deles foi o inesquecível Bozo e para muitos foram Atchim & Espirro. Os de hoje são Patati e Patata, basicamente uma cópia do Atchim & Espirro, semelhante até nas maquiagens.
Seus verdadeiros nomes são Eduardo Reis (Atchim) e Carlos Alberto de Oliveira (Espirro) mas nem sempre foi assim.
Eduardo sempre foi Atchim mesmo porém Carlos Alberto atuava com seu filho sob o nome de Janela e Janelinha.

Os dois participavam do mesmo programa na TV Gazeta chamado “Turma da Pipoca” que foi onde se conheceram e formaram a dupla. “Janela” virou Espirro e em 1984 ganharam seu próprio programa, chamado “Brincando na Paulista”, também na TV Gazeta. Era transmitido somente para as cidades de São Paulo, Santos e São José dos Campos, porém conseguiram propagar sua fama por todo o Brasil, principalmente pelas participações constantes da dupla no programa “Xou da Xuxa” (Globo) e também no programa do Bozo (SBT) que lhes deram visibilidade nacional.
O programa conseguiu ser líder de audiência na emissora e os palhaços conseguiram ter até um estúdio próprio, tamanha era sua importância e fama.

Atchim & EspirroO programa ia ao ar de segunda a sexta-feira às 15:55 e era exibido ao vivo, seguindo a fórmula padrão dos programas infantis da época com auditório exclusivamente infantil com sorteios, desenhos animados, musicais, brincadeiras e várias encenações engraçadas de humor, com os convidados e com os próprios palhaços Atchim & Espirro.

Depois de quatro anos na TV Gazeta, a dupla se mudou para a Rede Bandeirantes com o programa “Circo da Alegria” que ficou no ar por apenas um ano e após uma carreira com 9 discos gravados e mais de 600 mil cópias vendidas a dupla se separou.

Em 1998, a gravadora Som Livre os chamou para lançarem uma coletânea de sucessos e a carreira dos dois foi retomada. Em 2004 a dupla comemorou 20 anos de carreira e hoje em dia os palhaços têm feito participações em vários programas de televisão e comandam um circo próprio que conta com vinte e dois artistas. O circo faz três apresentações no sábado e outras três no domingo. Segundo Espirro, são cerca de mil espectadores por apresentação.

E para lembrar um pouco da animação e da alegria dessa dupla de palhaços mais que especiais, Nada melhor que alguns trechos do programa “Brincando na Paulista”.

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Brincadeiras de Criança

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Brincadeiras de Criança

Voltando a lembrar um pouco das brincadeiras que todos brincavamos quando criança, lembrei de mais algumas brincadeiras que nos fazia tão feliz.
Uma brincadeira que fazia a alegria da criançada em qualquer festinha e até na rua mesmo era a Dança das Cadeiras, Onde se fazia uma roda com cadeiras, sempre faltando uma em relação a quantidade de crianças. Coloca uma música bem animada para tocar e quando a música para é a hora do corre corre.


 

Todos devem se sentar e quem ficar em pé está fora da brincadeira. A brincadeira recomeça assim que uma das cadeiras é retirada e a música volta a tocar.
A brincadeira termina quando só sobrar uma cadeira e o último participante for eliminado.

Outra brincadeira muito divertida e popular nas ruas era Barra Manteiga que é uma brincadeira em equipe, onde deve-se formar duas equipes. Cada equipe terá um lado do “campo”. Os campos são separados por um espaço de alguns metros, onde os jogadores poderão correr.
Um jogador de cada time por vez vai até o outro campo, onde os jogadores da equipe adversária o espera com as palmas das mãos para cima. Este jogador bate na palma da mão de um dos membros da equipe adversária e sai correndo para o seu campo. Aquele que recebe o tapa na mão deve sair correndo atrás do adversário para tentar pegá-lo. Se este for apanhado antes de entrar em seu campo se junta a equipe do apanhador. A equipe que apanhar todos os membros da outra equipe vence.

Uma brincadeira que eu gostava muito é Rouba Bandeira, onde se Jogam duas equipes, cada um com seu campo e sua bandeirinha. No fundo de cada campo, coloque a bandeira da equipe, que pode ser qualquer objeto ou até mesmo uma pessoa. O Objetivo é roubar a bandeira da equipe adversária e trazer para o seu campo. Mas o jogador que entrar no campo do time adversário e for tocado por alguém fica preso no lugar, como uma esátua. Só pode sair se for "salvo" por alguém da sua própria equipe. Para isso um membro da equipe deve tocá-lo para liberar o movimento.
A equipe vencedora é aquela que capturar a bandeira adversária mais vezes.

 

Deixem seus comentários sobre estas e outras brincadeiras. Lembrando de mais algumas brincadeiras colocaremos nos próximos artigos.

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Olívia e Alice a Grande no Exército

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Sargento Megera e Recuta Olivia

Atendendo a pedidos vamos lembrar de um desenho animado que era muito engraçado e era uma sub-desenho da série Show do Popeye que era “Olívia e Alice a Grande no Exército”.
Foi em 1981 que se deu o lançamento desta versão do desenho produzido pela Hanna-Barbera, que foi um tremendo sucesso. Nesse desenho tinha novas personagens que eram a Sargento Bertha, popularmente conhecida como Sargento Megera, o Sargento Chumb e o Coronel Migalha.



A história mostrava Olívia no exército Americano junto com sua amiga Alice, que era uma Goon fêmea, parente dos Goons da Ilha dos Goon. Muito parecida com eles, ela usava vestido, sapatos e chapéu com uma florzinha em cima. Elas viviam fazendo coisas erradas no exército e tomando bronca da Sargento Bertha Blast, uma baixinha com os nervos à flor da pele e que por este motivo recebeu o apelido de Sargento Megera.

O desenho foi produzido entre 1981 e 1983, e no Brasil era transmitido pelo SBT.
Mas vamos parar de falatório e ir ao que interessa, um episódio para matar a saudade.




Artigo sugerido por Viviane. Obrigado pela lembrança.

 

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Comerciais Antigos de TV

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Bombril Voltando a lembrar de mais alguns comerciais antigos de tv que relembra o passado da melhor indústria de propaganda do mundo na minha opinião. Muita criatividade brasileira nestes vídeos que nos faz ver como esta arte evolui a cada dia.

Parabéns a todos os publicitários do Brasil que produzem estas pérolas que atravessam o tempo.


 

Primeiro comercial da série do Garoto Bom Bril de 1978:

Um dos primeiros comerciais das Havaianas com Chico Anísio, de 1962:

Primeiro comercial da Coca-Cola no Brasil:

Um dos primeiros comerciais de celular do Brasil. Com Jô Soares, comercial de celular em São Paulo – Telesp Celular:

Comercial Meu Primeiro Gradiente de 1989:

Comercial do Chambinho de 1984:

Por hoje é só, espero que tenham gostado. Podem fazer pedidos e sujestões que colocarei no próximo artigo.

 

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Janis Joplin

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Janis Joplin

Janis Lyn Joplin, foi um dos ícones da música dos anos 60 e ajudou a revolucionar a música e a atitude no mundo. Cantora e compositora, Joplin sempre cultivou uma atitude rebelde e a levou ao extremo.

“Posso não durar tanto quanto as "outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã”

Com esta frase, Janis Joplin deu voz ao movimento hippie que surgia em 1960. Com sua voz marcante e letras que retratam amores não concretizados, perdas e luxúria, fez história no cenário da música mundial e conquistou milhares de admiradores.

Conhecida por sempre beber muito durante toda sua carrera, também era usuária de diversos tipos de drogas, incluíndo heroína. Em alguns momentos usar drogas passou a ser mais importante que tudo para ela, até mesmo cantar. Foi integrante de diversas bandas e participou do tão famoso festival de Woodstock em 1969 com a banda Kozmic Blues Band.

Em 1970 esteve no Brasil para se tratar e tentar se livrar do vício de heroína. Durante este breve período fez diversas “peripércias” como ser expulsa do hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina, quase foi presa por fazer topless na praia, cantou em um bordel e bebeu muito. Até hoje existem especulações sobre uma suposta relação amorosa com o rockeiro Serguei.

Faleceu com 27 anos em 3 de Outubro de 1970 em Los Angeles, Califórnia. Após não aparecer para uma gravação, foi encontrada no quarto de hotel onde estava hospedada pelo empresário da banda (John Cooke), vítima de overdose de heroína combinada com alcool. Foi cremada e suas cinzas espalhadas no Oceano Pacífico.

Hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, muito diferente das influências folk muito comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas. E para lembrar um pouco mais desta cantora ímpar, que tal ver alguns trechos de seus shows ?

 

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O Som da Jukebox

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O Som da Jukebox

Jukebox era uma maquina que normalmente é utilizada em bares e restaurantes. Foi fundamental para o crescimento das máquinas operadas por moedas e faz parte da história de todos nós.
Quem de vocês nunca foi a um lugar e escolheu uma música em um desses aparelhos ? A tecnologia mudou, mas a essencia continua a mesma.
A jukebox prosperou em 1889 em primeiro lugar porque as pessoas preferiam música operada por moeda do que comprar um fonógrafo para usar em casa, pois os primeiros fonógrafos de Edison eram muito caros. Os preços variavam de $200 a $300. O consumidor médio não tinha dinheiro suficiente para comprá-lo. Mas por um níquel, você poderia ouvir uma melodia através do fonógrafo em um hotel.

Jukebox-1A primeira locação de jukebox alcançou em média $200 por mês. Ainda hoje isto é uma receita considerável; dez vezes o custo da máquina e 5 vezes o preço por música. Pelos padrões de 1888, isso deve ter sido surpreendente.

Com o tempo a tecnologia avançou e ao invés de Discos de Vinil, passaram a usar CD e mais recentemente MP3 e máquinas totalmente digitais operadas por softwares. Verdadeiros computadores com uma infinidade de músicas a sua escolha. Um exemplo é a máquina da imagem ao lado, que tem um visual retrô mas totalmente moderna, com som stereo e seleção de músicas em uma tela touch screen.
Não é nada incomum nos dias de hoje ver estas máquinas em funcionamento em bares e restaurantes e até em casas, eu mesmo adoraria ter uma na minha sala.


Para vocês que estão com saudade da época que curtia aquela Jukebox do bar ou restaurante que frenquentava no passado ou para vocês que nunca usaram uma, que tal lembrar ou experimentar agora ?
Clicando no painel abaixo poderá ouvir músicas de 1940 a 1999 no momento que quiser.

Aproveiter estes 60 anos de músicas que foram sucesso em cada ano. Uma média de 20 músicas por ano na Jukebox virtual. Espero que gostem!

E para aqueles que tem curiosidade de saber como funciona uma Jukebox de disco de vinil, encontrei um vídeo bem legal que mostra no detalhe.

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