Brinquedos Antigos II

 

Vamos lembrar de mais alguns brinquedos que o pessoal tem comentado comigo…

pogobol Tem gente que diz que era um brinquedo para quem não gostava de video game. Bem, há controvérsias. Eu gostava de video game e também gostava de puxar carrinho de plástico, amarrado com barbante, na rua. E de andar de bicicleta. E gostava também do tal do Pogobol.
Um brinquedo um tanto quanto traiçoeiro para os pogoboleiros de primeira viagem. Ele dava a impressão de que era difícil se equilibrar em cima dele. As primeiras tentativas de brincar com ele revelavam que a dificuldade maior estaria em subir no bichinho, e então imaginava-se que uma vez em cima, era se manter pulando e o resto era só alegria. Ledo engano. Pois quem já pulou de Pogobol e nunca teve bolhas nos tornozelos por causa dele que atire a primeira pedra (mas não vá quebrar o monitor).
Nada que um par de meias e um All-star de cano longo não resolvessem.

 

vai vem Durante o verão de 1976, surge na Itália o brinquedo Vai-e-Vem. O brinquedo é formado por uma bola de plástico oval com abertura no centro, por onde passavam duas cordas de nylon. Nas extremidades de cada corda ficam as alças que cada jogador segura e usa para movimentar a bola. Muito popular nas praias, a brincadeira é mover a bola de um lado para o outro, num constante vai-e-vem.
Esse brinquedo não fazia nada de mais, só ia de um lado para o outro, mas como também não tínhamos nada de mais pra fazer passávamos horas brincando com ele… Kkkkkkk

 



Bat-beg Alguém se lembra deste brinquedo?
Foi moda nos anos 70. Tratava-se de duas pesadas bolas de plástico duro maciço, penduradas num fio, no meio do qual existia uma plaquinha com que se pegava entre o indicador e o polegar e se chamava Bat Beg. O objetivo era fazer as bolas bater em baixo e em cima, o que só se se conseguia com grande velocidade e bastante habilidade, produziam um som matraqueante, qual rajada de metralhadora.
Era extremamente viciante, não se conseguia parar. Mas era também particularmente perigoso, dado que sempre que se falhava as bolas batiam sempre na área do pulso e, como eram pesadas causavam horríveis nódoas roxas mas, apesar das dores enormes, o vício era tal que não se conseguia parar.
Minha mãe era viciada nisso e sempre nos conta de como seus braços viviam roxos devido as pancadas constantes .. kkkkk




maximus Lembram do Maximus ??? Não, não é aquele gladiador !!! Maximus foi um carrinho extremamente popular nos anos 80. Lançado em 1986, fez tanto sucesso que, depois de quase dez anos desde que deixou de ser vendido, foi relançado pela Estrela em 2005 depois da empresa ter sido praticamente bombardeada com pedidos dos fãs.
Com a aparência de um buggy e controlado por controle remoto, o Maximus era o carrinho mais rápido do mercado, deixando a molecada doida em corridas e disputas na rua. Era pura diversão à 25 quilômetros por hora. Os rallys improvisados contavam ainda com a presença de outros brinquedos campeões de vendas na época como o Pegasus e o Colosso. A Estrela foi até obrigada a mudar a configuração do Maximus para que sua frequencia não atrapalhasse os outros carrinhos quando os meninos brincavam juntos.

 

 

carrinho_colossos O Colossus foi o terceiro veículo de controle remoto fabricado pela fábrica brasileira de brinquedos Estrela. Foi lançado em maio de 1984 e saiu de linha em agosto de 1990.
O carro era uma réplica da segunda geração da picape Chevy, produzida pela GM, que fez sucesso nos Estados Unidos, devido ao seriado The Fall Guy (no Brasil, Duro na Queda), que era o veículo do protagonista Colt Seavers, interpretado pelo ator Lee Majors. E tinha a aparência de uma picape campestre, com Quebra-mato na frente do radiador e Faróis de Milha no teto. Foi fabricado em duas cores: Prata e Vermelho, ambas com freqüências diferentes entre si, e também diferentes do Pegasus e do Maximus, que eram fabricados simultaneamente.
Tinha duas opções de tração: 4x2 (de maior velocidade - para pisos lisos) e 4x4 (mais lenta - que era usada em rampas bem íngremes e pisos irregulares), que eram selecionadas por um botão na parte inferior do carro, perto do compartimento de pilhas. O carro acendia os faróis dianteiros, pelo acionamento de um botão na parte superior direita do Controle Remoto e vinha com capota na caçamba, que podia ser removida e os pneus em borracha com compartimento de ar.

 


resta1jpg Resta um é um quebra-cabeça no qual o objetivo é, através de movimentos válidos, deixar apenas uma peça no tabuleiro.No início do jogo, há 32 peças no tabuleiro, deixando vazia a posição central. Um movimento consiste em pegar uma peça e fazê-la "saltar" sobre outra peça, sempre na horizontal ou na vertical, terminando em um espaço vazio. A peça que foi "saltada" é retirada do tabuleiro. O jogo acaba quando não é possível fazer nenhum movimento. Nesta ocasião, o jogador ganha se restar apenas uma peça no tabuleiro.

11 Comentários:

Ricardo

Eu andava emsmo era de patinete, cadê ele???

Karen

Adorava o pogobol. Em casa, tínhamos os dois, duas cores... só eram duas, né? rsrs
Também passei um bom tempo viciadinha no resta um. Tudo de bom!!

Blog Dos Velhinhos

É verdado, no ínicio eram só duas cores, depois foram lançadas outras. Minha filha a pouco tempo atrás ganhou um todo rosa.. kk

Eduarda Torres

Estas bolinhas eram viciantes e barulhentas, porque graças há imaginação das crianças daquele tempo ( incluindo eu) faziamos todo os tipo de balabarismos , incluindo a variante de bater com as bolas no chão de madeira,é que ainda não tinha começado a moda das alcatifas. Pois era, um barulho de tal ordem que deixava os nosso vizinhos do andar de baixo e os nossos pais de cabeça perdida.Como é que deixavam vender aquilo... nós somos mesmo uns sobreviventes.

Blog Dos Velhinhos

@Eduarda Torres
Somos mesmo, tipo Highlanders da era moderna. kkk Mas o que é imortal em nós é o que vivemos na nossa infância que infelizmente não se hoje em dia.
Obrigado pelo comentário. Bjs

Anônimo

Você tomou conhecimento de um brinquedo para meninas que eu chamo de mini-lavanderia,vinha com uma bacia, tanque, esfregador e um espremedor de roupas que parecia umamáquina de fazer macarrão, e pregadores que pareciam bonecas. Eu tive no meio dos anos 70,mas não lembro do fabricante.
Eu gostaria de relembrar!
obrigada.
Valeria Peixoto- rj

Blog Dos Velhinhos

@Valeria Peixoto,

Muito obrigado pelo comentário.
Lembro deste brinquedo sim, minha prima teve um.
Vou pesquisar o fabricante e imagens dele e colocar em um próximo artigo com créditos para você.

Abraços.

Anônimo

É bom lembrar dos brinquedos de infância .
Tive vários brinquedos da Estrela e ainda tenho o meu 1º carro de controle remoto, o Stratus, tive o boneco Falcon, e á um ano atrás, comprei a Pickup Colossus ( controle remoto ), pois era um antigo sonho ter uma Colossus .
Os brinquedos de hoje não são como os de antigamente, tenho saudades do meu tempo de criânça.

Alexandre. Campinas-SP.

Anônimo

Nossa esse bat beg era muito bom e agora voltou a época aqui no apartamento...o barulho é D +

Anônimo

Galera acabei de comprar um brinquedo ótimo para meu filho e recomendo. Trata-se da antiga perna de pau só com uma nova versão. Esta a venda no mercado livre com o nome de LEGTOY. As crianças adoram e com isso se exercitam e melhoram sua coordenção motorola.

Nelson

Muito bacana ! velhinhos mesmo não deixe de ver tambem http://www.bigtoyskidplay.com.br

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